




Como é bom lembrar da época em que o café gritava dos rincões brasileiros: “hey, eu estou aqui”. Bendita a audição apurada dos caçadores do Moka Clube. Proporcionar o resgate e a transformação do verdadeiro café do Brasil numa bandeira negra, calejada e escaldada em suor de trabalho é algo tão incrível quanto o poder que esse fruto tem de reunir pessoas à mesa, junto ao balcão; estimulando novas ideias, desfazendo conflitos.
E pra celebrar esta Bela Época ceifamos mais um paradigma. Nesta edição trouxemos um lote de café brotado de produção orgânica. Conhecidos “apenas” pela sustentabilidade e não pela qualidade final na xícara, estes cafés produzidos sem uso de agrotóxicos podem se opor a este mito. E este lote é prova disso. É sabor, complexidade e corpo cremoso. Lembra avelã, baunilha e o gostinho amanteigado das balas “butter toffees”. Boca preenchida e doçura prolongada no paladar. Diferenciado e memorável. Nunca se esqueça do Bela Época de Ibiraci, Minas Gerais.
Moka Clube, cafés naturalmente nostálgicos.









