



Esta é a história de um remédio que ninguém precisava estar doente para tomar. Tudo começava com uma tossidinha, um nariz escorrendo ou qualquer desculpa esfarrapada para ganhar aquela mistura milagrosa que a vó preparava. Uma colherada generosa de mel, umas gotas de limão e pronto. Se curava a gripe, ninguém sabe. Mas que dava vontade de ficar doente de novo, ah, isso dava.
Lá em Ibiraci, nas Minas Gerais, Jean Faleiros, nosso Willy Wonka do cafezal, resolveu brincar de boticário. Só que, em vez de um armário cheio de xaropes, tinha um cafezal cheio de possibilidades. E como o sujeito parece ter feito algum pacto com as abelhas e os deuses da fermentação, conseguiu uma proeza danada.
O resultado foi um Geisha fermentado com a doçura delicada do mel e aquela acidez cítrica do limão que faz a boca salivar. Tudo isso sem uma gota de mel, uma espremida de limão ou qualquer ingrediente além do próprio café. Um santo remédio para quem anda bebendo café sem graça.
Moka Clube – Cafés que curam a saudade.

Um santo remédio
Doce que dá gosto

Saudade engarrafada? Não, ensacada!






















