



Esta é a história de uma quermesse muito louca. Era mês de São João em Ibiraci. Ao redor da paróquia do Padre Simão, uma fogueirona ardia – dizem que até a Nasa pôde ver o brilho do espaço, talvez por isso os marcianos às vezes pousem lá pelas Minas Gerais. A criançada estourava rojão, os tiozões carcavam na cerveja e as senhorinhas mergulhavam no quentão.
Jean Faleiros, o Willy Wonka do cafezal, tava lá, todo pimpão na barraca da pescaria tentando fisgar inspiração pra um novo sensorial. E não é que ele fisgou um peixão danado que a gente já tava com saudade? E como o Jean é rápido como flexa, logo já estava colhendo um café com um perfil de sabor que nem barraca do beijo entrega.
Resultado: sensorial de maçã, com acidez málica bem evidente e uma doçura de caramelo que transformou esse cafezão em maçã do amor.
Moka Clube – Cafés da quermesse.

Acidez málica
É muito amor

Velho conhecido






















