



Esta é a história de uma mãe, um filho e um cafezal nas alturas da Bahia. Mas esqueça aquele calorão, o trio elétrico e o sujeito vendendo queijo coalho na praia. Nosso destino é Piatã, lá no alto da Chapada Diamantina, onde faz um frio danado e até baiano precisa dormir de cobertor.
Foi por essas bandas que conhecemos Alexsandro, o famoso Sandrex, sujeito bom de prosa e melhor ainda de café. Mas, dessa vez, ele não é o personagem principal da história. Quem manda nesse pedaço é Dona Maria Felipe, a mãinha do cabra. E, como toda mãe que se preze, ela não ia deixar a visita sair de mãos abanando.
Mãinha preparou um Catuaí Vermelho daqueles de fazer filho criado voltar correndo pra casa. Um café natural, com doçura de melado e gostinho de biscoito amanteigado. Daqueles que a gente toma e fica esperando alguém aparecer com um pratinho de bolo.
E se tem uma coisa que aprendemos nessas andanças pelo Brasil é que café bom não precisa de muita cerimônia. Às vezes, tudo que a gente quer é um cafezinho de mãinha.
Moka Clube — Todo mundo tem uma história com café.

Ô, meu rei, que frio é esse?
Café de Mãinha

Melado e biscoito amanteigado






















